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Walking Blues
I Want To Be Loved
Messin’ With The Man
Diamonds At Her Feet
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Comentários
"Tristeza e alegria, pecado e religiosidade e sobretudo um clima de festa é o que me toma no blues. O Blues Etílicos tem o poder de injetar essa música em nossas veias. É uma degustação cheia de energia e prazer."
PAULO MOURA
"O Blues Etílicos manda um pé na porta de qualquer mesmice ou reducionismo que procure encurralar seu trabalho no beco sem saída de um território musical riquíssimo, o blues."
FAUSTO FAWCETT
"A característica maior do blues do grupo é um forte sotaque roqueiro "mainstream", tipo anos 70. Guardadas as devidas proporções, é possível equiparar, na forma, o som do BE ao do Allman Brothers: crossover de blues e rock compacto e vibrante, cheio de virtuosismos individuais. A grande vantagem de uma banda como o Blues Etílicos é que, não tendo um músico virtuoso ou egocêntrico o suficiente para encobrir os outros, o som sai enxuto, denso, vibrante, vital."
AÍRTON SELIGMAN
"Se o samba é o blues brasileiro, o blues é o rock verdadeiro. Conheci o Blues Etílicos há 15 anos atrás, já blues e já etílicos. Depois de um tempo sem muito contato eles me convidaram para um "canja"e pude sentir a mesma atmosfera química somada à estrada. The rock is rolling."
MOSKA
"O som que o Blues Etílicos mostrou no show de lançamento do disco Dente de Ouro parece ter sido de um imaginário delta do Rio São Francisco. Por mais que a apresentação tenha privilegiado elementos característicos do ritmo americano, mostrou ainda mais personalidade nas músicas brasileiras, que apontam um caminho que será inevitavelmente seguido pelo grupo."
Jornal do Brasil 11/5/96. EDMUNDO BARREIROS
"Há oito anos na estrada, sempre fiel ao gênero, este disco confirma o Blues Etílicos como o melhor grupo de blues do Brasil."
O Globo, 19/4/94. ANTONIO CARLOS MIGUEL
"Etílicos e Buddy Guy, a noite pega fogo em Ribeirão".
"Quinteto carioca e o norte-americano Buddy Guy abriram em grande estilo e animação o Festival de Ribeirão Preto. Com seu suingue entre a tradição bluesística e o funkrock, o Blues Etílicos contagiou de imediato as cerca de 3.500 pessoas que dançaram, aparentemente até mais animadas que na apresentação de Buddy Guy."
Estado de São Paulo. 16/6/89. LAURO LISBOA GARCIA
"O Blues Etílicos vem provando, com suas atuações, que o blues com sotaque nacional dispões de instrumentistas com brilho próprio."
VEJA, 14/6/89
"Já tinha ouvido falar do Blues Etílicos e um dia dei com eles abrindo para o Barão Vermelho no Circo Voador e achei o maior barato. O blues é a música mais fácil e mais difícil de tocar ao mesmo tempo, se o músico não tiver o feeling certo para colocar nas cordas vocais ou metálicas e nos couros da bateria. O Blues Etílicos tem esse feeling e levou uma platéia ao delírio durante hora e meia sem uma música conhecida e sem tocar no rádio."
"Blues na Veia" - Jornal do Brasil, 1988. JAMARI FRANÇA
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